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sábado, agosto 28, 2010
domingo, agosto 22, 2010
LAURO CORADO - EXPOSIÇÃO EM AVEIRO
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Biografia de Lauro Corado
Lauro da Silva Corado - Professor e artista plástico, nasceu em Aveiro em 1908 e morreu em Lisboa a 1 de Setembro de 1977. Estudou na sua cidade natal (Escola Industrial de Fernando Caldeira) e depois na Escola Superior de Belas Artes do Porto onde concluiu o Curso Superior de Pintura. Foi discípulo de António Carneiro e de Joaquim Lopes. Fez concurso de provas públicas para professor de Pintura da Escola Superior de Belas Artes, tendo ficado aprovado em «mérito absoluto» (1933).
Nesse ano partiu para Itália, França e Espanha como bolseiro do Instituto para a Alta Cultura, regressando em 1945 a Espanha patrocinado pelo mesmo Instituto.
Como professor começa a leccionar na Escola Industrial e Comercial Infante D. Henrique (Porto), e, a partir de 1941, na Escola Industrial e Comercial Dr. Azevedo Neves (Viseu). Em 1942 transfere-se para a Escola António Arroio. Em 1949 faz Exame de Estado para professor efectivo do Ensino Técnico, instalando-se no ano seguinte em Portalegre, onde lecciona até 1958 na Escola Industrial e Comercial local. Aí conviveu com José Régio, colaborou em A Rabeca e expôs diversas vezes: 1955, Escola da Corredoura; 1958, Salão Nobre do Governo Civil.
De regresso a Lisboa, em 1958, é colocado na Escola Técnica Elementar Nuno Gonçalves e depois na Escola de Artes Decorativas António Arroio, onde se encontrava à data da sua morte.
A sua primeira exposição individual efectuou-se na Associação Comercial de Aveiro, a que se seguiu uma segunda no Salão Silva Porto (Porto). Concorreu a inúmeras exposições individuais e colectivas no país e no estrangeiro, obtendo 1.ª e 2ª medalhas da S.N.B.A. de Lisboa, os 1.º e 2.º prémios e Medalha de Ouro da Câmara Municipal de Lisboa, o prémio José Malhoa e o 1.º prémio da Exposição Antoniana do Estoril. Encontra-se representado em museus e colecções particulares de Portalegre, Espanha, Brasil, Canadá, EUA e Alemanha.
Retrato do filho Lauro António, 1949
A Câmara Municipal de Aveiro informa que, entre os dias 21 de Agosto e 12 de Setembro, estará patente ao público a exposição de pintura a óleo de Lauro Corado, na Galeria da Capitania (sede da Assembleia Municipal de Aveiro).
Esta exposição é composta por obras do pintor que constituem o acervo municipal e pode ser visitada, gratuitamente, de terça a sexta-feira das 14.00 às 18.00 horas, aos sábados das 15.00 às 19.00 horas e das 21.00 às 23.30 horas, e aos domingos entre as 15.00 e as 19.00 horas.
Esta exposição é composta por obras do pintor que constituem o acervo municipal e pode ser visitada, gratuitamente, de terça a sexta-feira das 14.00 às 18.00 horas, aos sábados das 15.00 às 19.00 horas e das 21.00 às 23.30 horas, e aos domingos entre as 15.00 e as 19.00 horas.
Biografia de Lauro Corado
Lauro da Silva Corado - Professor e artista plástico, nasceu em Aveiro em 1908 e morreu em Lisboa a 1 de Setembro de 1977. Estudou na sua cidade natal (Escola Industrial de Fernando Caldeira) e depois na Escola Superior de Belas Artes do Porto onde concluiu o Curso Superior de Pintura. Foi discípulo de António Carneiro e de Joaquim Lopes. Fez concurso de provas públicas para professor de Pintura da Escola Superior de Belas Artes, tendo ficado aprovado em «mérito absoluto» (1933).
Nesse ano partiu para Itália, França e Espanha como bolseiro do Instituto para a Alta Cultura, regressando em 1945 a Espanha patrocinado pelo mesmo Instituto.
Como professor começa a leccionar na Escola Industrial e Comercial Infante D. Henrique (Porto), e, a partir de 1941, na Escola Industrial e Comercial Dr. Azevedo Neves (Viseu). Em 1942 transfere-se para a Escola António Arroio. Em 1949 faz Exame de Estado para professor efectivo do Ensino Técnico, instalando-se no ano seguinte em Portalegre, onde lecciona até 1958 na Escola Industrial e Comercial local. Aí conviveu com José Régio, colaborou em A Rabeca e expôs diversas vezes: 1955, Escola da Corredoura; 1958, Salão Nobre do Governo Civil.
De regresso a Lisboa, em 1958, é colocado na Escola Técnica Elementar Nuno Gonçalves e depois na Escola de Artes Decorativas António Arroio, onde se encontrava à data da sua morte.
A sua primeira exposição individual efectuou-se na Associação Comercial de Aveiro, a que se seguiu uma segunda no Salão Silva Porto (Porto). Concorreu a inúmeras exposições individuais e colectivas no país e no estrangeiro, obtendo 1.ª e 2ª medalhas da S.N.B.A. de Lisboa, os 1.º e 2.º prémios e Medalha de Ouro da Câmara Municipal de Lisboa, o prémio José Malhoa e o 1.º prémio da Exposição Antoniana do Estoril. Encontra-se representado em museus e colecções particulares de Portalegre, Espanha, Brasil, Canadá, EUA e Alemanha.
Retrato do filho Lauro António, 1949Infelizmente não pude estar presente nesta exposição da obra de meu Pai, pois fui apenas informado, por mão amiga, que me endereçou este comunicado de imprensa dirigido à comunicação social pela CMA. Lamento que a Câmara Municipal de Aveiro não tenha informado os filhos do pintor desta sua iniciativa.
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terça-feira, outubro 07, 2008
O "MAGALHÃES" NUM QUADRO DO MEU PAI
O quadro de meu pai, Lauro Corado, "A Chegada de Fernão de Magalhães às Filipinas".
A paródia baseada no quadro, criticando o "Magalhães". Obviamente que não me associo ao coro dos "velhos do Restelo" que dizem mal de tudo o que é novo. Também não sou dos que acha que tudo o que é novo, é excelente. Mas a paródia tem graça e o trabalho de manipulação é habilidoso.
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sexta-feira, janeiro 11, 2008
RUA LAURO CORADO
Código Postal de
Rua Lauro Corado
Distrito: Aveiro
Concelho: Aveiro
Freguesia: Vera Cruz
A morada postal deverá ter os seguintes parâmetros:
Rua Lauro Corado
Aveiro
3800-019 AVEIRO
Distrito: Aveiro
Concelho: Aveiro
Freguesia: Vera Cruz
A morada postal deverá ter os seguintes parâmetros:
Rua Lauro Corado
Aveiro
3800-019 AVEIRO
Quadro de Lauro Corado: Aveiro. cais
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quinta-feira, janeiro 10, 2008
UM CENTENÁRIO
10 de Janeiro de 1908
10 de Janeiro de 2008
nunca esquecido, um beijo
Lauro Corado
(1908-1977)
BIOGRAFIA
Lauro da Silva Corado - Professor e artista plástico, nasceu em Aveiro em 1908 e morreu em Lisboa a 1 de Setembro de 1977. Estudou na sua cidade natal (Escola Industrial de Fernando Caldeira) e depois na Escola Superior de Belas Artes do Porto onde concluiu o Curso Superior de Pintura. Foi discípulo de António Carneiro e de Joaquim Lopes. Fez concurso de provas públicas para professor de Pintura da Escola Superior de Belas Artes, tendo ficado aprovado em «mérito absoluto» (1933). Nesse ano partiu para Itália, França e Espanha como bolseiro do Instituto para a Alta Cultura, regressando em 1945 a Espanha patrocinado pelo mesmo Instituto. Como professor começa a leccionar na Escola Industrial e Comercial Infante D. Henrique (Porto), e, a partir de 1941, na Escola Industrial e Comercial Dr. Azevedo Neves (Viseu). Em 1942 transfere-se para a Escola António Arroio. Em 1949 faz Exame de Estado para professor efectivo do Ensino Técnico, instalando-se no ano seguinte em Portalegre, onde lecciona até 1958 na Escola Industrial e Comercial local. Aí conviveu com José Régio, colaborou em A Rabeca e expôs diversas vezes: 1955, Escola da Corredoura; 1958, Salão Nobre do Governo Civil.De regresso a Lisboa, em 1958, é colocado na Escola Técnica Elementar Nuno Gonçalves e depois na Escola de Artes Decorativas António Arroio, onde se encontrava à data da sua morte. A sua primeira exposição individual efectuou-se na Associação Comercial de Aveiro, a que se seguiu uma segunda no Salão Silva Porto (Porto). Concorreu a inúmeras exposições individuais e colectivas no país e no estrangeiro, obtendo 1.ª e 2ª medalhas da S.N.B.A. de Lisboa, os 1.º e 2.º prémios e Medalha de Ouro da Câmara Municipal de Lisboa, o prémio José Malhoa e o 1.º prémio da Exposição Antoniana do Estoril. Encontra-se representado em museus e colecções particulares de Portalegre, Espanha, Brasil, Canadá, EUA e Alemanha.
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sábado, julho 21, 2007
VARAL DO DIA: ESPECIAL LAURO CORADO
VARAL DO DIA ESPECIAL LAURO CORADO
Montagem de FREDERICO CORADO ( neto do pintor Lauro Corado)
Tela do artista LAURO CORADO
Outra montagem do Frederico
Frederico Corado, filho de Lauro António UM QUADRO, UMA JANELA
O Varal do Dia de hoje é mais complexo do que os de rotina.
A tela do quadro da segunda imagem é do Artista plástico e Professor LAURO CORADO
(1908-1977)
Seu filho Lauro António, em seu blog LAURO CORADO EXPOSIÇÃO, postou várias fotos, de um trabalho do seu filho Frederico, e neto do artista, para uma peça de teatro.
Para entenderem melhor visitem os blogs linkados.
Em resumo, a tela do avô( segunda imagem) mostra uma janela, com varal de roupa ao sol.
Frederico, o neto, usou a tela para mudar as imagens vistas pela janela do quadro.
Quem me descobriu este artista português foi o (NON) BLOG
Postado por Eduardo P.L. às 06:58 12 comentários
Meu caro Eduardo P.L., obrigado pelas referências à família. Isto por aqui anda tudo na mesma onda, a imagem, entre as artes plásticas, o cinema, o teatro, a televisão. A isto eu ainda acrescento a escrita, minha terceira paixão, depois do cinema (não é erro não, é mesmo assim!). É bom estreitar laços entre Brasil e Portugal, através de blogues e de tudo o mais. Adoro o Brasil, onde, de há anos para cá, sou visitante anual. Um abraço transatlântico. LA
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terça-feira, maio 01, 2007
LAURO CORADO, UM ILUSTRE AVEIRENSE
LAURO CORADO
UM ILUSTRE AVEIRENSE
O Teatro Aveirense, que comemora 125 anos, tem na sua frontaria uma tarja a recordar 18 aveirenses ilustres, que vão de Homem Cristo a Zeca Afonso, passando por Arlindo Vicente e Vasco Branco, entre muitos outros. Entre eles, Lauro Corado, pintor, meu pai.
Foi com orgulho, mas sem máquina fotográfica, que há dias passei frente à entrada do Teatro e descobri o retrato do meu pai.
Mão amiga fez-me chegar agora este conjunto de fotos que agradeço reconhecidamente.
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sexta-feira, março 30, 2007
UMA TARDE EM AVEIRO
Hoje fui a Aveiro.
Tratar de questões relacionadas com a memória de meu pai, Lauro Corado.
Na Câmara Municipal, reunião com a Cultura para concretizar, ou não, a ideia de uma Casa Museu Lauro Corado. Há uns anos, a família vendeu alguns quadros de meu pai à CMA e ofertou outros tantos com a intenção de concretizar uma Casa Museu ou uma galeria no Museu da Cidade. Ficou escrito no contrato de venda e doação. Mais ficou registado que a CMA se encarregaria de organizar uma exposição para mostrar as obras adquiridas, da edição de um livro-catálogo e da produção de um vídeo. Tudo sobre Lauro Corado. A exposição e o livro já foram concretizados. Depois veio o Euro, o estádio, e ficámos por aí.
Agora que morreu minha mãe, não gostava de ver tudo disperso. Uma Casa Museu era uma excelente oportunidade de reunir o essencial de uma obra. De criar um espaço aberto a exposições temporárias, aos jovens, a sessões de cinema, a uma biblioteca e Dvdteca, a tanta actividade possível. A ideia está entregue. Já sei que a CMA não tem para já verbas. Terá vontade de concretizar esta homenagem a um filho ilustre da terra?
Veremos.
À saída da CMA, na fachada do belo Teatro Aveirense, um cartaz enorme, assinala os 125 anos do Teatro e apresenta o retrato de alguns aveirenses ilustres, de Homem Cristo a Vasco Branco, passando por Lauro Corado. Fiquei orgulhoso de ver a fotografia de meu pai. Mais orgulhoso ainda quando me contaram que, numa eleição promovida por um jornal da Terra, sobre quem eram os “Maiores Aveirenses de Sempre”, apareceu já votado Lauro Corado.
Pelo TA, muita proposta teatral e musical. Nesta noite, apresentava-se a CNB com Programa Primavera.
Na galeria da CMA vi uma curiosa exposição de fotografia: “Corpos”, com trabalhos de Ana Henriques, Andreas Soares, Catarina Patrício e Marisa Nunes, todas nascidas entre 1973 e 1980. O corpo, nu ou vestido, mas o corpo como objecto de reflexão estética, como elemento em transformação, como invólucro de emoções. Gostei.
No edifício da Antiga Capitania, “Mostra #2”, conviver com a Arte Contemporânea em Aveiro, através de obras do acervo de arte contemporânea cedidas pelo Instituto das Artes/Ministério da Cultura à cidade de Aveiro. Cerca de três dezenas de obras expostas, com meia dúzia delas interessantes (Júlio Resende, Menez, Paulo Ossião, Cândido Costa Pinto, António Sena… e várias fotografias de autores desconhecidos). No resto, coisas assim-assim e muitos mamarrachos.
Fala-se de um projecto de uma Avenida de Arte Contemporânea, mas pouco se fica a saber do que tudo isto é, quer dizer, ou para onde vai. Uma folha (pouco) explicativa, colada em mesas, e nenhum material informativo.
Subi ao Fórum e fui à excelente Bertrand, onde me abasteci de livros para um mês. Passei pelos cinemas e, de novo na rua, descobri que a livraria “Navio de Espelhos” estava fechada. Era um espaço alternativo muito curioso. Tudo leva a crer (a porta fechada, e as indicações dadas) que faliu. Pena.
Alternativo é o “Mercado Negro” que atravessei em noite de apresentação de “Peças Soltas”, de Cláudia Stattmiller, teatro/perfomance. Muitas meias presas em estendais davam o mote. Notei que a livraria também desapareceu. A loja de CDs também não a vi.
Tratar de questões relacionadas com a memória de meu pai, Lauro Corado.
Na Câmara Municipal, reunião com a Cultura para concretizar, ou não, a ideia de uma Casa Museu Lauro Corado. Há uns anos, a família vendeu alguns quadros de meu pai à CMA e ofertou outros tantos com a intenção de concretizar uma Casa Museu ou uma galeria no Museu da Cidade. Ficou escrito no contrato de venda e doação. Mais ficou registado que a CMA se encarregaria de organizar uma exposição para mostrar as obras adquiridas, da edição de um livro-catálogo e da produção de um vídeo. Tudo sobre Lauro Corado. A exposição e o livro já foram concretizados. Depois veio o Euro, o estádio, e ficámos por aí.
Agora que morreu minha mãe, não gostava de ver tudo disperso. Uma Casa Museu era uma excelente oportunidade de reunir o essencial de uma obra. De criar um espaço aberto a exposições temporárias, aos jovens, a sessões de cinema, a uma biblioteca e Dvdteca, a tanta actividade possível. A ideia está entregue. Já sei que a CMA não tem para já verbas. Terá vontade de concretizar esta homenagem a um filho ilustre da terra?
Veremos.
À saída da CMA, na fachada do belo Teatro Aveirense, um cartaz enorme, assinala os 125 anos do Teatro e apresenta o retrato de alguns aveirenses ilustres, de Homem Cristo a Vasco Branco, passando por Lauro Corado. Fiquei orgulhoso de ver a fotografia de meu pai. Mais orgulhoso ainda quando me contaram que, numa eleição promovida por um jornal da Terra, sobre quem eram os “Maiores Aveirenses de Sempre”, apareceu já votado Lauro Corado.
Pelo TA, muita proposta teatral e musical. Nesta noite, apresentava-se a CNB com Programa Primavera.
Na galeria da CMA vi uma curiosa exposição de fotografia: “Corpos”, com trabalhos de Ana Henriques, Andreas Soares, Catarina Patrício e Marisa Nunes, todas nascidas entre 1973 e 1980. O corpo, nu ou vestido, mas o corpo como objecto de reflexão estética, como elemento em transformação, como invólucro de emoções. Gostei.
No edifício da Antiga Capitania, “Mostra #2”, conviver com a Arte Contemporânea em Aveiro, através de obras do acervo de arte contemporânea cedidas pelo Instituto das Artes/Ministério da Cultura à cidade de Aveiro. Cerca de três dezenas de obras expostas, com meia dúzia delas interessantes (Júlio Resende, Menez, Paulo Ossião, Cândido Costa Pinto, António Sena… e várias fotografias de autores desconhecidos). No resto, coisas assim-assim e muitos mamarrachos.
Fala-se de um projecto de uma Avenida de Arte Contemporânea, mas pouco se fica a saber do que tudo isto é, quer dizer, ou para onde vai. Uma folha (pouco) explicativa, colada em mesas, e nenhum material informativo.
Subi ao Fórum e fui à excelente Bertrand, onde me abasteci de livros para um mês. Passei pelos cinemas e, de novo na rua, descobri que a livraria “Navio de Espelhos” estava fechada. Era um espaço alternativo muito curioso. Tudo leva a crer (a porta fechada, e as indicações dadas) que faliu. Pena.
Alternativo é o “Mercado Negro” que atravessei em noite de apresentação de “Peças Soltas”, de Cláudia Stattmiller, teatro/perfomance. Muitas meias presas em estendais davam o mote. Notei que a livraria também desapareceu. A loja de CDs também não a vi.
Mas descobri uma lojinha de artesanato, "Gatafunhos", onde comprei um presépio para a minha colecção. O dono parece um verdadeiro entusiasta de arte popular, e a loja é um reflexo disso. Gostei.
Passeio junto à ria e fui jantar sopa de peixe e robalo grelhado no “Mercado do Peixe”, com vista de lusco-fusco sobre um cais que meu pai pintou por diversas vezes. Enquanto esperava pelo jantar, folheei o jornal da terra onde Girão Pereira considera abandonar o CDS/PP.
Findo o repasto (belo termo!), vagueei nostálgico pelas ruas. Gosto de Aveiro. Ligam-me a esta terra tantas recordações! Por detrás do Fórum, num local indicado numa tabuleta como “Cemitério”, está uma campa que não esqueço. Mortos queridos que, apesar das aparências, nunca se enterram.
Findo o repasto (belo termo!), vagueei nostálgico pelas ruas. Gosto de Aveiro. Ligam-me a esta terra tantas recordações! Por detrás do Fórum, num local indicado numa tabuleta como “Cemitério”, está uma campa que não esqueço. Mortos queridos que, apesar das aparências, nunca se enterram.
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