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domingo, junho 01, 2008
terça-feira, maio 20, 2008
HUMBERTO DELGADO RECORDADO NO ISCTE

Humberto Delgado: 50 Anos Depois.
História e Memória
Colóquio Comemorativo do Cinquentenário das Eleições Presidenciais de 1958
ISCTE, Auditório Afonso de Barros - Ala Autónoma
20 de Maio de 2008
Organização: CEHCP e Fundação Humberto Delgado
Colóquio Comemorativo do Cinquentenário das Eleições Presidenciais de 1958
ISCTE, Auditório Afonso de Barros - Ala Autónoma
20 de Maio de 2008
Organização: CEHCP e Fundação Humberto Delgado
«Empenhei nesta batalha a minha vida, as minhas estrelas de general
e toda a minha alma de patriota»
General Humberto Delgado, 14 de Maio de 1958
Humberto Delgado, ao regressar dos EUA, em 1957, tencionava preparar uma revolta armada contra o regime, mas foi afastado dos comandos militares e optou pelo combate político, candidatando-se à Presidência da República em 1958.
Despertou a consciência política do Povo Português ao proferir a célebre frase «Obviamente demito-o», referindo-se a Salazar. Durante a sua carismática campanha eleitoral, arrastou multidões de norte a sul e unificou toda a Oposição em redor da sua candidatura. Em 14 de Maio de 1958, a sua chegada ao Porto representou uma das maiores concentrações humanas da História de Portugal. No regresso à capital, milhares de lisboetas que o aguardavam foram vítimas da repressão policial da ditadura.
O Governo proibiu a fiscalização do acto eleitoral e atribuiu ao candidato do regime, Almirante Américo Tomás, uma vitória fraudulenta de 75,8% dos votos.
Programa do Colóquio
9H30 - Sessão de Abertura
10H00 - Eleições em Tempo de Ditadura
«As Eleições de 1958 e o seu impacto no Estado Novo», Luís Nuno Rodrigues
Despertou a consciência política do Povo Português ao proferir a célebre frase «Obviamente demito-o», referindo-se a Salazar. Durante a sua carismática campanha eleitoral, arrastou multidões de norte a sul e unificou toda a Oposição em redor da sua candidatura. Em 14 de Maio de 1958, a sua chegada ao Porto representou uma das maiores concentrações humanas da História de Portugal. No regresso à capital, milhares de lisboetas que o aguardavam foram vítimas da repressão policial da ditadura.
O Governo proibiu a fiscalização do acto eleitoral e atribuiu ao candidato do regime, Almirante Américo Tomás, uma vitória fraudulenta de 75,8% dos votos.
Programa do Colóquio
9H30 - Sessão de Abertura
10H00 - Eleições em Tempo de Ditadura
«As Eleições de 1958 e o seu impacto no Estado Novo», Luís Nuno Rodrigues
(CEHCP-ISCTE)
«Quem tem a tropa? Os militares e as Eleições de 58», Telmo Faria
«Quem tem a tropa? Os militares e as Eleições de 58», Telmo Faria
(Historiador, Presidente da C.M. Óbidos)
«Eleições de 1958 no “Arquivo de Salazar”», Dalila Cabrita Mateus (CEHCP-ISCTE)
11H15 - Pausa
11H30 - Eleições em Tempo de Ditadura (cont.)
«Humberto Delgado teria um plano para África?», Carlos Pacheco
«Eleições de 1958 no “Arquivo de Salazar”», Dalila Cabrita Mateus (CEHCP-ISCTE)
11H15 - Pausa
11H30 - Eleições em Tempo de Ditadura (cont.)
«Humberto Delgado teria um plano para África?», Carlos Pacheco
(Fundação Humberto Delgado)
«Eleições e oposição: o “Terramoto Delgado” visto de Espanha»,
«Eleições e oposição: o “Terramoto Delgado” visto de Espanha»,
Juan Carlos Jimenez Redondo (Univ. CEU e UNED - Madrid)
«A calma antes da tempestade. A posição internacional do Estado Novo
«A calma antes da tempestade. A posição internacional do Estado Novo
em finais da década de 1950», Pedro Aires de Oliveira (FCSH-UNL)
12H45 - Pausa para almoço
14H30 - Excertos de Vida em Imagens
Evocação Iconográfica de Humberto Delgado, Frederico Delgado Rosa
12H45 - Pausa para almoço
14H30 - Excertos de Vida em Imagens
Evocação Iconográfica de Humberto Delgado, Frederico Delgado Rosa
(Fundação Humberto Delgado)
15H00 - Memória Individual da Liberdade
Testemunhos de: António Melo (jornalista); Alcino Soutinho (arquitecto); António Brotas (professor do IST); Fernando Dacosta (escritor); José Aurélio (escultor)
16H30 - Pausa
16H15 - Memória Individual da Liberdade (cont.)
Testemunhos de: Maria Antónia Palla (jornalista); José Costa Martins
15H00 - Memória Individual da Liberdade
Testemunhos de: António Melo (jornalista); Alcino Soutinho (arquitecto); António Brotas (professor do IST); Fernando Dacosta (escritor); José Aurélio (escultor)
16H30 - Pausa
16H15 - Memória Individual da Liberdade (cont.)
Testemunhos de: Maria Antónia Palla (jornalista); José Costa Martins
(coronel piloto aviador FAP); Lauro António (cineasta); Maria da Luz Veloso (jurista);
Silas Cerqueira (sociólogo)

18H15 – Encerramento
Paralelamente decorre no ISCTE uma exposição fotográfica intitulada

18H15 – Encerramento
Paralelamente decorre no ISCTE uma exposição fotográfica intitulada
Humberto Delgado, o General sem medo
Comissão organizadora:
Dalila Cabrita Mateus Iva Delgado Maria João Vaz
Apoios:
Fundação para a Ciência e a Tecnologia Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento ISCTE
Comissão organizadora:
Dalila Cabrita Mateus Iva Delgado Maria João Vaz
Apoios:
Fundação para a Ciência e a Tecnologia Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento ISCTE
Etiquetas:
Humberto Delgado
domingo, maio 18, 2008
HUMBERTO DELGADO, MAKING OFF
O Frederico acompanhou-me durante a realização do documentário
"Humberto Delgado: "Obviamente, Demito-o!"
(emitido pela RTP-1, a 10 de Maio de 2008)
Nesses dias foi recolhendo imagens de bastidores,
Nesses dias foi recolhendo imagens de bastidores,
que reuniu num making off, que aqui fica.
Agradecido.
Etiquetas:
Frederico Corado,
Humberto Delgado,
Making off
terça-feira, maio 06, 2008
RTP 1: SÁBADO, 10 DE MAIO, 23,15 horas
HUMBERTO DELGADO: OBVIAMENTE, DEMITO-O!Documentários
1958, A saga de Humberto Delgado...
No dia 10 de Maio de 2008 comemoram-se 50 anos sobre o início da Campanha Eleitoral para as eleições de 1958, protagonizada pelos candidato da oposição, General Humberto Delgado, e candidato da União Nacional, Almirante Américo Thomaz.
Evocando e reavivando não só os tempos do Estado Novo, e da ditadura de Oliveira Salazar, numa análise crítica actual e despreconceituosa, como sobretudo a personalidade vulcânica e vibrante do “General sem Medo”, como ficou conhecido na História, este documentário recorda um período particularmente quente e significativo da luta política em Portugal, que terá marcado toda a História da segunda metade do séc. XX em Portugal.
O documentário procura tornar claro, através de depoimentos e imagens de arquivo, os antecedentes das eleições, o “Estado Novo” durante os anos 30 e 40, a degradação da situação político-social de Portugal em meados dos anos 50, a génese da candidatura do General Humberto Delgado, com particular ênfase na personalidade do candidato. Serrão recuperadas imagens da Campanha que atravessou o País de Norte a Sul, do continente às colónias, documentando os aspectos mais importantes, Lisboa (Chave de Ouro), Porto (Campanhã), Lisboa (Santa Apolónia), Braga, etc. O pacto de Almada, com Arlindo Vicente, o dia das eleições, os resultados e finalmente a burla eleitoral.
Uma atenção especial será ainda conferida às consequências da campanha, as posteriores crises estudantis, operárias, militares, a morte de Humberto Delgado e o caminhar, de crise em crise, até ao 25 de Abril de 1974.
Entre dezenas de depoimentos inéditos, recolhidos expressamente para este trabalho, contam-se os de Iva Delgado, filha do General, Humberto Rosa, neto, Marcelo Rebello de Sousa, Mário Soares, Ramalho Eanes, Adriano Moreira, Fernando Dacosta, Fernando Rosas, Vasco Lourenço, Pezarat Correia, Otelo Saraiva de Carvalho, António Taborda, Luís Farinha, Maria Barroso, Jaime Nogueira Pinto, Manuel Cavaco, Varela Gomes, Manuel Serra, João Mário Mascarenhas, Joaquim Vieira, Irene Pimentel, etc.
Um documentário de Lauro António
Director de fotografia Carlos Cunha e Frederico Corado assistente de realização.
RTP 1: Sábado 10 de Maio - 23:15
RTP Internacional: Domingo 18 de Maio - 21:30 (hora de Lisboa)
Veja mais informações AQUI
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Humberto Delgado
sexta-feira, abril 11, 2008
A Blogosfera na rádio
entre as 11 e as 12 da manhã,
Pedro Rolo Duarte e eu falamos
de blogues, cinema e televisão.
Para todos os gostos, os nossos gostos.
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cinema,
Humberto Delgado,
Pedro Rolo Duarte,
Rádio
segunda-feira, abril 07, 2008
ÚLTIMA GRAVAÇÃO
Última gravação de testemunho para "Humberto Delgado: Obviamente, Demito-o!".
Com Mário Soares no jardim da sua Fundação.
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Humberto Delgado,
Mário Soares,
Rodagem
sábado, janeiro 12, 2008
1958 A SAGA DELGADO

REVELADO "MISTÉRIO" DA CADEIRA
E DOS SEUS OCUPANTES
No "Diário de Notícias" de hoje (12.1.2008), primeira página do suplemento "Gente", texto de Pedro Correia:
Lauro António filmasaga de Delgado
Personalidades dos mais diversos quadrantes políticos - de Jaime Nogueira Pinto a Otelo Saraiva de Carvalho - integram um documentário que o cineasta Lauro António está a rodar para a RTP sobre a figura de Humberto Delgado (1906-65). Obviamente, Demito-o é o título deste filme, que deverá ser exibido no canal público a 10 de Maio - precisamente na data em que se completa meio século sobre a polémica conferência de imprensa em que o "General sem Medo" admitiu pôr fim ao longo consulado de Salazar. Esta frase, que ficou para a história, marcou o arranque da campanha presidencial de 1958, que observadores insuspeitos consideram ter sido ganha por Delgado contra o candidato oficial do regime, Américo Tomás. A fraude eleitoral então registada impediu-o de assumir a Presidência.Centrado no período entre o início da campanha e a ida às urnas, a 8 de Junho de 1958, o documentário inclui depoimentos de cerca de 30 personalidades - nomeadamente a filha do general, Iva Delgado. E também de Ramalho Eanes, Maria Barroso, Marcelo Rebelo de Sousa, Irene Pimentel, Fernando Rosas, Vasco Lourenço, Pezarat Correia, Varela Gomes e Maria Barroso, entre outras. Um dos poucos depoimentos que faltam gravar é o de Mário Soares, que chegou a ser advogado da família Delgado após o general ter sido assassinado pela PIDE, em 1965."É um documentário que tem um grande valor pessoal para mim", disse ao DN Lauro António, assumido admirador do general, que com a campanha de 1958 "abriu horizontes a toda uma geração de portugueses", como sublinha o realizador, que tinha então 15 anos. "Foi um grande abalo no País", lembra por sua vez Iva Delgado. Logo após a conferência de imprensa, a PIDE passou a vigiar a residência da família do general, na Rua Filipe Folque, em Lisboa.Com Carlos Cunha como director de fotografia e Frederico Corado como assistente de realização, este é o regresso de Lauro António à RTP, onde já assinou diversos trabalhos, de ficção e documentais. O cineasta destacou-se sobretudo pela longa- -metragem "Manhã Submersa".
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